Quando acordar quero banhar-me de raios de vida, e, respirar aliviado como criança que abandona o útero.
Quero quando acordar, não abandonar o sonho, mas, imortaliza-lo por toda manhã.
E assim, estando apenas diante de mim ou quem sabe ainda, eu possa ter o sol como testemunha deste despertar.
Hei de enxergar no que vejo, de escutar no que ouço, sem dizer no que falo.
Ou tão somente abraçar-me carinhosamente, oferecendo-me a brisa da manhã em que me reencontro.
Pode amanhã não chegar, ou nem tudo dar certo.
Pode o sol se esconder e a noite se alongar.
Pode o mundo poder, e a vida, ah a vida tudo pode poder.
Basta-me agora saber que eu quis.
Sabe-se lá o que é o querer!
quarta-feira, 22 de outubro de 2003
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