Mesmo só, ainda se é livre.
Mesmo infinito, ainda se é pequeno.
Mesmo a morte, por vezes não inibe a vida.
Alguém por aí acredita?
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Sonho, escrevo, então escrevo e sonho uma vez mais. Mais uma vez então escrevo em sonhos, continuo. Então, sonho que escrevo uma vez, não paro. Escrevo mais uma vez e sonho, decido. Sonho, escrevo, escrevo e sonho. (Jorge Luiz Nunes Santos)
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