Que merda de festa que puta é aquela que amanheceu ao lado do travesseiro que fiz na areia. Que porra de vida, sofrida, sentida, partida ,parida em pedaços de mim.
Nasce o sol eu esqueço de tudo à minha volta e a minha religião agora é o sol.
Eu que vivo no Rio e hoje moro na praia onde um tal tubarão resolveu descansar.
Vento leva uma vela é um barco uma caravela que vem me salvar.
Parto pra longe de tudo, contudo pro fundo de mim outra vez.
Deixo em letras de sangue em um pedaço do retrato rasgado em que poso de feliz.
Fui pra nunca mais ter que ser de outro jeito além do meu jeito imperfeito de ser como eu sou. Assim...
domingo, 1 de agosto de 2004
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