Ela leria uns textos seus em tarde de Domingo, ao som de tambores e cores diferentes do preto que lhe cai tão maravilhosamente bem.
Eu fingiria pra mim que a musica disfarçaria o meu interesse declarado e olharia ao redor do nada, assim como quem não está muito interessado ou focado em algo especifico.
Ela saberia que tudo ali me fugiria, ela não.
Eu guardaria os seus movimentos e eles se repetiriam para mim nos dias de saudades e preciosas lembranças do que tivemos e de tudo que deixamos de viver, ao que eu lamentaria e com sofrer.
Eu então, agora, dono do tempo, voltaria e tudo em nós dois eu mudaria, seria eu quem o lugar dela ocuparia, para jamais lhe permitir aceitar um não.
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