Houve um tempo em que eu habitava a escuridão e não é possível precisar o quanto isso durou, porque “lá” o tempo não vai muito além da ausência da luz.
Foi preciso um toque de flauta e um ser iluminado trajando dourado chegar até mim.
Desde então o claro e o escuro se abraçam e resolvem juntos caminhar outra vez, e, as decisões acertadas, se encontram com sopro do tempo, que insiste em não parar.
Houve um tempo em que eu mantinha os meus olhos fechados e habitava o vazio, mas mesmo no escuro, eu nunca deixei de sonhar.
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